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Postado em 25/11/2020 às 12:46:55

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Dicas de leituras para quem trabalha com internet e mídias sociais

É bem difícil se destacar no mercado sem buscar conhecimento constantemente. Por isso, se você já trabalha com internet e mídia sociais ou quer atuar nessa área, fique de olho nas dicas de leituras que selecionamos abaixo.

 

Manifesto Cluetrain: se a vida atual é ao mesmo tempo conversação conectada e desconexa, por que não falar de uma obra que reúne 95 ideias de diversos autores e que juntas se transformam em um manifesto? Cluetrain é um compilado que mostra a realidade da nossa sociedade e como a maioria das empresas está completamente desconectada dessa nova ordem.

O manifesto pede insistentemente que corporações parem seus discursos frios, distantes que falam sobre missão e valores para começarem a dialogar como humanos, sendo viscerais, divertidos, verdadeiros e honestos. Essa humanidade no discurso é extremamente necessária já que empresas devem parar de ver clientes e começar a enxergar humanos.

Hoje, as pessoas se falam o tempo todo e não caem mais na conversa robótica que as chamadas “culturas empresariais” empregam, elas querem falar com pessoas e criar uma comunicação one-to-one.

O livro traz outras dicas da importância da cultura empresarial interagir com a comunidade que pertence. Além de olhar para os colaboradores como seres humanos que devem ser a interface com o público e não mais um divulgador de discursos pré-elaborados.

 

 

Cauda Longa: Do mercado de massa ao mercado de nicho: em um artigo, o editor-chefe da revista Wired, trouxe um termo usado por economistas para o marketing. Ele usou a cauda longa para apresentar como a internet fez com que a receita total de mercados de nicho (com menor volume de vendas) se tornassem igual a receita de grandes (e poucos) produtos de massa. Neste livro, Chris Anderson, explica mais sobre sua análise e como a internet trouxe mudanças revolucionárias ao mercado. Se você trabalha com internet é leitura obrigatória!

 

 

 Visibilidade e consumo da informação nas redes sociais: a timeline virou o ponto de encontro da informação e é por ali que a maioria das pessoas “se alimenta” do que está acontecendo. E todo esse conteúdo deixou de ser apenas sobre amigos e pessoas próximas. A timeline nossa de cada dia, controlada por algoritmos, determina quais assuntos nos impactarão e isso conflita diretamente com a forma como os meios de comunicação ainda estão divulgando notícias. O livro, organizado por Elisabeth Saad, alerta sobre o fato de que os veículos de comunicação estão perdendo leitores por dois fatores:

  1. Eles ainda enxergam as redes sociais como canais de comunicação, sendo que hoje elas são os meios de comunicação e interação.
  2. Estão fazendo o jornalismo de massa, sendo que hoje queremos conteúdo exclusivo, baseado no que estamos interessados.

Somos todos curadores e produtores de conteúdo, por isso pensar no público que irá consumir é essencial. Essa leitura é interessante não apenas para jornalistas, mas para community managers, storytellers e todos que produzem conteúdo na internet. A obra é um convite para (re) pensarmos a forma como estamos tratando essa questão.

 

Contágio – Por que as coisas pegam: quem trabalha com internet e social media, invariavelmente, em algum momento, já escutou: “você faz um viral para mim?”. Virais possuem esse nome porque são como doenças contagiosas, em pouco tempo estão em todos os lugares.

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